A Prefeitura do Paulista, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está representando o município na Oficina de Microplanejamento para as Atividades de Vacinação de Alta Qualidade, promovida pelo Ministério da Saúde, do Governo Federal. O encontro acontece entre os dias 27 e 30 de abril, em Salvador (BA).
A iniciativa tem como objetivo fortalecer as estratégias de planejamento e execução das ações de imunização nos municípios e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), contribuindo para ampliar a cobertura vacinal e garantir maior eficiência na proteção da população.
Representam o município do Paulista na oficina os profissionais: Giuliane Cavalcanti, coordenadora municipal do Programa Nacional de Imunizações (PNI); Welington Silva, diretor da Atenção Primária; Joana Santos, técnica de enfermagem da UBS Fragoso II; e Luís Neto, gerente de Atenção Primária.
De acordo com Welington Silva, o microplanejamento é uma ferramenta estratégica para identificar desafios locais e promover melhorias na adesão à vacinação. “O microplanejamento é uma ferramenta importante porque nos permite enxergar, com mais clareza, as dificuldades enfrentadas pelo município e, a partir disso, promover mudanças na cultura da vacinação. A proposta também estimula uma melhor organização e integração dos processos de trabalho entre a gestão e a assistência, fortalecendo o protagonismo das equipes. Tudo isso com foco em um planejamento compartilhado entre a Imunização e a Atenção Primária à Saúde, ampliando a busca ativa de pessoas não vacinadas e superando as barreiras que ainda dificultam o acesso da população à imunização”, destacou Welington.
Já a coordenadora do PNI no município, Giuliane Cavalcanti, ressaltou a importância do planejamento para garantir a eficácia das ações de imunização. “Participar do planejamento das ações de vacinação é essencial para garantir a eficácia da imunização em todos os níveis: individual, comunitário e nacional. Esse processo contribui para a organização das estratégias, assegura a atualização do calendário vacinal, otimiza a gestão do tempo e fortalece o controle de doenças. Em campanhas, o planejamento se torna ainda mais decisivo, pois ajuda a prevenir casos graves, reduzir a circulação de agentes infecciosos e proteger também as pessoas que não podem ser vacinadas”, ressaltou Giuliane Cavalcanti.
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