A Prefeitura do Paulista, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Superintendência de Vigilância em Saúde, reforça o alerta à população sobre os riscos da leptospirose, doença infecciosa que tende a aumentar durante períodos de chuvas intensas e alagamentos.
Transmitida pelo contato com água, lama ou solo contaminados pela urina de animais infectados, principalmente ratos, a leptospirose é considerada endêmica em Pernambuco, o que exige atenção redobrada, especialmente em épocas de enchentes.
Os sintomas podem surgir entre 1 e 30 dias após a exposição, geralmente entre 7 e 14 dias. Entre os principais sinais estão febre, dores no corpo, dor de cabeça, olhos vermelhos, vômito, diarreia e dor abdominal. Em casos mais graves, a doença pode levar à internação e até ao óbito. Diante de qualquer sintoma após contato com áreas alagadas, a orientação é procurar imediatamente atendimento nas unidades de saúde do município.
“Além da leptospirose, doenças como dengue, hepatite A e diarreia também preocupam neste período chuvoso. O contato prolongado com áreas alagadas ainda pode causar infecções de pele. Se for necessário passar por locais inundados, a orientação é usar botas e luvas, lavar bem as roupas e higienizar as mãos. Caso surjam sintomas como febre, dores no corpo ou mal-estar, é fundamental procurar atendimento médico”, alertou a superintendente de Vigilância em Saúde do município, Silvia Vasco.
A Secretaria mantém ações preventivas em todo o município, com visitas domiciliares, fiscalizações e campanhas de conscientização. O acompanhamento das doenças é realizado pela Vigilância Epidemiológica, que recebe as notificações encaminhadas pelas unidades de saúde. A partir das notificações tem início a investigação dos casos e a monitoração dos indicadores para subsidiar medidas de controle e prevenção.
A orientação é que qualquer sintoma suspeito seja avaliado o quanto antes em uma unidade de saúde, garantindo diagnóstico e tratamento adequados, além da correta notificação dos casos. Para dúvidas e repasse de informações, a população pode utilizar o WhatsApp (81) 99943-8878, canal que auxilia na identificação de focos e na redução de riscos no município.
Fotos: Chico Peixoto/SEI

