A Prefeitura do Paulista intensificou as ações da Operação Inverno em diversos bairros da cidade, com o objetivo de prevenir alagamentos e reduzir os impactos provocados pelas chuvas. Coordenada pela Secretaria de Obras e Serviços Públicos, a iniciativa reúne serviços como limpeza de canais, manutenção de galerias e desobstrução da rede de drenagem, priorizando áreas consideradas mais vulneráveis.
Os serviços tiveram início em março e seguem em execução, com previsão de ampliação para outras localidades. Até o momento, 14 canais já passaram por limpeza no município. Em Maranguape I, foram atendidos os trechos da Rua Doze, da Rua Nossa Senhora de Fátima e da Rua Cento e Quatro. Em Torres Galvão, as intervenções contemplaram o canal da Av. Manoel Gonçalves da Silva. Já em Jardim Paulista, as ações alcançaram os canais da Rua Bolívia, da Rua 48, da Rua 51, da Rua 36, da Rua 7 e da Rua 30, além da Lagoa do Jacaré. Também receberam serviços os canais da PE-22, do Boi, em Paratibe, e das Paineiras, no Centro.
As intervenções vêm sendo realizadas de forma contínua, com o uso de máquinas e também com trabalho manual em trechos de difícil acesso. Na rede de drenagem, já foram executados cerca de seis quilômetros de rede limpa, com mais de 200 estruturas recuperadas.
O secretário de Obras e Serviços Públicos, Agrailson de Ramos, ressaltou que a operação é uma das principais ações preventivas da gestão municipal. “Estamos com equipes nas ruas diariamente, ampliando a limpeza dos canais e a recuperação das galerias. Esse trabalho é fundamental para minimizar os impactos das chuvas e garantir mais segurança para os moradores”, afirmou.
De acordo com o superintendente de Canais e Galerias, Renato Carlos, o trabalho tem sido planejado para alcançar os pontos mais críticos da cidade. “A atuação é estratégica, com frentes mecanizadas e manuais, garantindo o fluxo adequado da água e reduzindo riscos de transtornos, especialmente neste período de chuvas”, destacou.
A Prefeitura do Paulista também reforça a importância da colaboração da população, especialmente ao evitar o descarte irregular de lixo. A prática pode obstruir canais e galerias, comprometer o funcionamento do sistema de drenagem, agravar os riscos de alagamentos, além de contribuir para a proliferação de doenças e impactos ambientais.
Fotos: Arquivo SEI/SECOM





