Por Adilson Oliveira
A Prefeitura do Paulista, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu continuidade, nesta quinta-feira (2), ao ciclo de capacitações voltado ao enfrentamento da hanseníase. Desta vez, a formação reuniu Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e técnicos de enfermagem da rede municipal, com foco na atualização dos profissionais que atuam diretamente na assistência à população.
A iniciativa tem como objetivo aprimorar as ações de prevenção, diagnóstico precoce, tratamento e acompanhamento dos casos da doença no município. A capacitação é promovida pela Vigilância em Saúde, por meio da Coordenação de Políticas de Saúde, ISTs, Tuberculose e Hanseníase, em parceria com o Centro Social da Mirueira. O conteúdo foi ministrado pelo enfermeiro Randal Medeiros, representante da instituição.
Os encontros são realizados no auditório do Centro Administrativo, em Maranguape I, e seguem nos dias 9 e 16 de julho. A primeira etapa da formação aconteceu em 18 de junho. Ao todo, 95 profissionais estão inscritos, entre servidores da Atenção Primária e da Vigilância em Saúde, incluindo Agentes de Combate às Endemias (ACE), Agentes Comunitários de Saúde (ACS), médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem.
A proposta da Secretaria Municipal de Saúde é fortalecer a qualificação das equipes para ampliar a capacidade de identificação precoce da hanseníase, aprimorar o manejo clínico dos pacientes e oferecer um atendimento cada vez mais eficiente e humanizado à população.
De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Sílvia Vasco, a atualização permanente dos profissionais é uma ferramenta essencial para o enfrentamento da doença.
“Essas formações ampliam o conhecimento dos nossos profissionais, contribuindo para o diagnóstico precoce, o tratamento adequado e o controle da doença. Também qualificam o atendimento prestado à população e reforçam as ações de vigilância em saúde no município”, comentou.
A capacitação reforça o compromisso da gestão municipal com a educação permanente dos trabalhadores da saúde e evidencia a importância da integração entre os serviços públicos e instituições parceiras para o fortalecimento das estratégias de enfrentamento da hanseníase, considerada um importante desafio para a saúde pública.
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