Estudantes das escolas municipais Mata do Ronca, Maria José Barbosa e João Fonseca participaram nesta quarta-feira (6) e quinta-feira (7) de uma programação educativa promovida pelo Projeto Galego – Conectando Saberes: Ciência, Arte, Literatura Infantil e Acessibilidade para Conservação da Biodiversidade, realizado no Museu do Caranguejo Vivo/Villa Pier Gourmet, em Maria Farinha.
As atividades foram voltadas à educação ambiental, literatura infantil, ciência e conscientização ecológica, com contação de histórias, apresentações culturais, visita ao museu, passeio de catamarã e interação com materiais educativos sobre os manguezais e a fauna da região.
O presidente do Museu do Caranguejo Vivo, Carlos Queiroz, destacou a importância do trabalho coletivo e a necessidade de fortalecimento de iniciativas ambientais no município.
“Esse movimento é feito por muitas mãos. Temos professores parceiros de Paulista e Igarassu, coletivos ambientais e universidades envolvidas. Nossa grande viga mestre é a educação ambiental. A gente realiza esse trabalho com muito esforço, buscando apoio”, afirmou.
Durante a programação, os estudantes participaram de atividades lúdicas com fantoches representando animais da fauna local, além de vivências sobre preservação dos ecossistemas e sustentabilidade.
A professora da Escola Mata do Ronca, Aurélia de Alcântara, ressaltou o impacto positivo da ação no aprendizado dos alunos.
“Eles aprendem a cuidar do meio ambiente. Aqui nós percebemos como tudo pode ser reaproveitado e reutilizado. As crianças observam, participam e entendem a importância de preservar o espaço e respeitar a natureza”, ressaltou.
Ela também destacou o entusiasmo dos estudantes durante as atividades. “Nós tivemos contação de histórias, conhecemos os animais, os habitats, fizemos o passeio de catamarã e fomos muito bem acolhidos. Foi uma experiência maravilhosa para eles”, completou.
Já a professora da Escola Maria José Barbosa, Ana Cristina Barreto, enfatizou a relevância das atividades extraclasse para complementar o aprendizado em sala de aula.
“Foi uma experiência fantástica, porque é uma forma deles aprenderem além da sala de aula. É importante que os alunos entendam na prática a questão do ecossistema, dos manguezais e da preservação ambiental. Tenho certeza de que eles estão adorando”, afirmou.
Os estudantes também assistiram a vídeos educativos, participaram de rodas de conversa, conheceram o funcionamento do projeto e realizaram visitas guiadas ao Museu do Caranguejo Vivo, ampliando o contato com temas ligados à biodiversidade e à conservação ambiental.
A programação proporcionou aos estudantes uma experiência prática de contato com os ecossistemas locais, estimulando a conscientização ambiental e o aprendizado sobre a importância da preservação dos manguezais e da biodiversidade da região.
Fotos: Chico Peixoto/SEI e Letícia Marques/SEEPA













