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Paulista segue reforçando importância de áreas de preservação ambiental com foco no desenvolvimento sustentável do município

Por Cátia Oliveira

A Prefeitura do Paulista, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), segue reforçando o conjunto de áreas de preservação ambiental com foco no enfrentamento aos impactos das mudanças climáticas e no desenvolvimento sustentável. O município possui 8 Unidades de Conservação (UCs), fundamentais para a proteção da Mata Atlântica, além de manguezais e ecossistemas costeiros. Essas UCs estão distribuídas entre categorias tanto de proteção integral como aquelas de uso sustentável, a exemplo das Reservas de Florestas Urbanas (FURB).

Entre as FURBs, que protegem remanescentes da Mata Atlântica, destacam-se a Mata do Janga e a de Jaguarana.  Em termos de Unidades de Conservação de proteção integral é possível destacar a Estação Ecológica de Caetés (ESEC Caetés), criada pela Lei Estadual nº 11.622, de 1998, que integra o conjunto de UCs do estado. A ESEC Caetés, criada para preservação rigorosa da Mata Atlântica, tem uso restrito à pesquisa e educação ambiental, com uma área de cerca de 157 hectares.

Essas áreas integram o Sistema Estadual de Unidades de Conservação de Pernambuco (SEUC) e podem contar com gestão municipal, estadual ou compartilhada. Elas reforçam a proteção dos ecossistemas locais, garantindo a conservação da biodiversidade, bem como o desenvolvimento de atividades de pesquisa e educação ambiental.

Entre as unidades municipais, é possível ressaltar o Parque Municipal da Mata do Frio, localizado no bairro de Mirueira (no limite de Jardim Paulista Baixo), e o Refúgio de Vida Silvestre, em Caetés, ambos voltados à proteção integral da biodiversidade.

Além do Parque do Janga e do Parque Natural Municipal Acaraú, destacam-se também diversas florestas urbanas, a exemplo da Mata do Ronca, Timbó, Floresta Urbana dos Maranguapes e Pau Sangue, esta última com aproximadamente 5,8 hectares, situada entre Paulista e Olinda, caracterizada por remanescentes de Mata Atlântica.

De acordo com o secretário da SEMMA, André Raposo, estas áreas cumprem um papel essencial no município ao impactarem diretamente na qualidade de vida da população, na economia local e no planejamento urbano.

“As Unidades de Conservação desempenham funções essenciais, como a proteção de recursos hídricos, a regulação do clima, a redução de impactos ambientais e a oferta de espaços de lazer e bem-estar para a população, contribuindo para o enfrentamento das mudanças climáticas, melhoria da qualidade de vida, oferta de espaços de lazer e bem-estar. Além disso, contribuem para o ordenamento urbano e para o fortalecimento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável”, afirma.

A Prefeitura do Paulista segue atuando na proteção e valorização dessas áreas, reforçando o compromisso com a preservação dos recursos naturais e com a construção de uma cidade mais sustentável e resiliente para as futuras gerações.

Fotos: Flávio Alves/SEI

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